[Filme] In time

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Este filme é muito estranho!!! Em In time, chegadas aos 25 anos, as pessoas param de envelhecer (o que faz com que até as pessoas com centenas de anos pareçam super jovens), mas tudo é pago em tempo. Ou seja, cada um tem o seu relógio (como vêem no braço do Justin Timberlake, em cima) e paga tudo aquilo de que necessita em minutos, horas, anos… Alguns, de famílias menos abastadas, vão trabalhar para arranjar esse tempo (que, no fundo, quase equivaleria ao nosso dinheiro), outros, de famílias mais ricas, têm anos que nunca mais acabam e que vêm dos negócios que as suas famílias foram construindo (bancos – de tempo, claro -, por exemplo). E além de gastarem o tempo a pagarem aquilo que consomem, o tempo também vai desaparecendo no relógio à medida que o tempo avança. Parece confuso, eu sei!! Eu avisei logo no início! No fundo, quando o relógio chega aos 0, a pessoa morre. Ou porque a pessoa gastou todo o seu tempo, ou porque foi roubada, enfim…

No filme, Will Salas (interpretado por Justin Timberlake) é falsamente acusado de ter roubado todo o tempo de um homem (o que levou à sua morte), e este lutará, ao lado da rica Sylvia Weis (papel desempenhado pela actriz Amanda Seyfried, que nem estava a reconhecer assim morena) para provar a sua inocência e para desmontar este sistema. Uma história de amor, como devem calcular!

No fundo, este filme é uma espécie de comparação entre a moeda deles, o tempo, e a nossa (literalmente uma moeda), e as coisas que as pessoas são capazes de fazer por ela. Esse é o ponto positivo do filme, o facto de metaforicamente nos fazer reflectir sobre um tema que nos é próximo. Por outro lado, é algo tão confuso e surreal que facilmente se percebe porque desagradou a alguns críticos.

Vejam outra coisa 😉

Classificação:
6/10

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